Qual delas você vai pedir a Deus por intercessão de Santa
Teresinha?
A HUMILDADE
Ficar
pequeno é reconhecer o próprio nada, tudo esperar de Deus, não se afligir com
as faltas, porque as criancinhas, se caem muitas vezes, por serem pequeninas,
pouco se machucam.
Faço
como as crianças que não sabem ler: digo a Deus simplesmente o que desejo
dizer-lhe, sem palavras bonitas, e ele me compreende.
Ocupemos
o último lugar. Ninguém brigará convosco por causa dele.
A
santidade não consiste nesta ou naquela prática, é mais uma disposição do
coração que nos faz humildes e pequenos nos braços de Deus, conscientes de
nossa fragilidade, e confiantes, até a ousadia, em sua bondade de Pai.
Com
os pequeninos, ele [demônio] não pode…
A CONFIANÇA
Nunca
é demais a confiança no bom Deus, tão poderoso e tão misericordioso.
Como
é grande o poder da oração! Poderíamos compará-la a uma rainha, que tem sempre
entrada franca junto do rei e consegue tudo o que pede.
Jesus
não exige grandes obras, apenas confiança e gratidão.
Nossa
confiança é combatida obstinadamente pelo Inferno, porque ela é a vida, a
salvação. À obstinação de Satã, operemos a obstinação de nossa confiança. E
seremos salvos.
O
que em minha alma agrada ao bom Deus é ver o amor que tenho à minha pequenez e
à minha pobreza, é a minha esperança cega em sua misericórdia.
Nós
que corremos na vida do amor, não devemos pensar no que há de acontecer de
doloroso no futuro; seria faltar à confiança… é como meter-se a criar.
O ABANDONO
Eu
sou a bolinha do menino Jesus, que Ele faça de mim o que quiser. Brinque à
vontade com sua bolinha. Se me quiser atirar a um canto abandonada, serei
feliz, contanto que Ele o queira.
Não
me amedronta Ter que sofrer por Vós! Escolho tudo o que Vós quereis!
Às
vezes custa à nossa fraqueza dar a Nosso Senhor aquilo que Ele pede. E, porque
custa, é meritório e precioso o nosso sacrifício.
Que
importa o sucesso? O que Deus nos pede é não nos determos diante do cansaço da
luta.
Experimentamos
grande paz em sermos absolutamente pobres, em contar só com Deus.
O AMOR A JESUS
O
Senhor não precisa de nossas obras, e sim do nosso amor.
O
sofrimento unido ao amor é a única coisa que me parece desejável neste vale de
lágrimas.
Não
creiais que possa amar sem sofrer muito. Quando se sofre devidamente, o amor
aumenta.
Apenas
me levanto, penso logo nas contrariedades e trabalhos que me esperam e fico
cheia de alegria e de coragem, meditando nas venturosas ocasiões que terei de
dar provas do meu amor a Jesus.
Amemos
a Jesus a ponto de sofrermos tudo o que Ele quiser, mesmo a aridez e frieza
aparentes. É sublime o amor a Jesus sem os gozos da doçura desse amor. É um
martírio!…Pois bem, morramos mártires!
Amar
aos pés da cruz é mais belo e heroico do que amar nos esplendores do Tabor. É
ali que se prova o verdadeiro amor.
É
pura verdade tudo quanto escrevi sobre os meus desejos de sofrer muito pelo bom
Deus! Ah! Não me arrependo, não, de me Ter oferecido como vítima de Amor!
Fonte: aleteia.org


Nenhum comentário:
Write comentários