Os
padres sinodais entraram, desde a tarde desta quarta-feira, 14, no debate da
terceira e última parte do Instrumento de Trabalho, que trata da família e do
acompanhamento eclesial.
Sobre o trabalho realizado até o momento, um dos presidentes-delegados
do Sínodo, o Cardeal Raymundo Damasceno Assis, disse que nessa segunda parte,
apesar de haver 13 grupos com a presença de bispos e padres sinodais de
diferentes países e culturas, houve um consenso: ressaltar a Palavra de Deus.
“O relatório é muito diverso, porque nós temos 13 grupos
linguísticos e cada um dos grupos muitas vezes com a presença de bispos, de
padres sinodais de diferentes países, diferentes culturas, tradições, mas creio
que tiveram um consenso num ponto: de que é preciso ressaltar melhor a Palavra
de Deus para iluminar a vocação da família e utilizar mais o próprio magistério
da Igreja. Em relação a isso, houve um consenso de modo geral nos relatórios.”
Dom Raymundo afirma que alguns questionaram a lógica na
apresentação do tema e por isso, insistiram em reagrupar alguns números em
diferentes lugares, porque muitas vezes o tema é repetido.
“Mas de um modo geral, foi positivo. Claro que na terceira parte
teremos propostas mais concretas de ação pastoral. Às vezes, houve até uma
crítica de que havia propostas pastorais ainda nesta segunda parte, que
deveriam ser colocadas na terceira parte do documento de trabalho. Esta foi
também uma das críticas que apareceram nos relatórios do grupo.
Ao concluir, Dom Damasceno diz ainda que há acréscimos ao tratar o
tema com outros padres sinodais, não mais os mesmos do Sínodo extraordinário. E
que o objetivo é este: aperfeiçoar, enriquecer e melhorar a Relatio Synodi.
“Esse documento de trabalho é a base. O objetivo é enriquecer,
melhorá-lo e aperfeiçoá-lo, senão, não teria razão evidentemente fazer outro
sínodo, então estamos nesse trabalho no momento.”
Fonte: noticiascatolicas.com.br

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